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Fachadas do Largo da Oliveira, Outubro de 1993 Fotografias de Nuno Calvet(1932-2023) Centro Português de Fotografia  Recorte de fotografia 

Fachadas do Largo da Oliveira, Outubro de 1993
Fotografias de Nuno Calvet(1932-2023)
Centro Português de Fotografia 

Recorte de fotografia 








Em redor da Oliveira, c1995  Fotografias de Nuno Calvet(1932-2023) Centro Português de Fotografia 

Em redor da Oliveira, c1995 
Fotografias de Nuno Calvet(1932-2023)
Centro Português de Fotografia 



















Em redor da Oliveira, 1987  Fotografia de Eladio Díaz Fernández  Fonte: flickr.com 

Em redor da Oliveira, 1987 
Fotografia de Eladio Díaz Fernández 
Fonte: flickr.com 





Padrão da Oliveira nas Gualterianas, Agosto de 1953 Fotografia de Natalina Cunha Barros(1923-2013) Centro Português de Fotografia 

Padrão da Oliveira nas Gualterianas, Agosto de 1953
Fotografia de Natalina Cunha Barros(1923-2013)
Centro Português de Fotografia 





Igreja Nª Senhora da Oliveira, c1880 Colecção de António Pedro Vicente(1938-2024)  Centro Português de Fotografia  Recorte de fotografia 

Igreja Nª Senhora da Oliveira, c1880
Colecção de António Pedro Vicente(1938-2024) 
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Praça da Oliveira, c1945  Fundo Armando Leça  Arquivo Municipal de Matosinhos  Colagem de fotografias 

Praça da Oliveira, c1945 
Fundo Armando Leça 
Arquivo Municipal de Matosinhos 

Colagem de fotografias 








Padrão D. João I, c1945  Fundo Armando Leça  Arquivo Municipal de Matosinhos  Recorte de fotografia

Padrão D. João I, c1945 
Fundo Armando Leça 
Arquivo Municipal de Matosinhos 

Recorte de fotografia




Igreja Nª Senhora da Oliveira, 1950  Fonte: Delcampe 

Igreja Nª Senhora da Oliveira, 1950 
Fonte: Delcampe 




Igreja Nª Senhora da Oliveira, c1930  Fonte: Delcampe  Colagem de Fotografias 

Igreja Nª Senhora da Oliveira, c1930 
Fonte: Delcampe 

Colagem de Fotografias 






Padrão da Oliveira  Fundo do Jornal O Século  Arquivo Nacional da Torre do Tombo digitarq.arquivos.pt  Recorte de fotografia 

Padrão da Oliveira 
Fundo do Jornal O Século 
Arquivo Nacional da Torre do Tombo
digitarq.arquivos.pt 

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Padrão da Oliveira  em "O Minho", 1957 Antologia da Terra Portuguesa  de Luís Forjaz Trigueiros  Biblioteca Digital Cávado  Recort...

Padrão da Oliveira 
em "O Minho", 1957
Antologia da Terra Portuguesa 
de Luís Forjaz Trigueiros 
Biblioteca Digital Cávado 

Recorte de fotografia 


«BERÇO VENERANDO DA MONARQUIA...»
«Se algum dia uma saudade filial do mundo antigo te nascer no coração, como um pensamento de poesia, como uma flor de Primavera, que, sem semente, vem criada a um bafo puro do Céu; se jamais saíres da sombra conhecida do teu tecto, não para ir visitar as capitais florescentes e juvenis, mas os cemitérios dos grandes povos, a Itália, a Grécia, o Egipto, a Síria; os meus votos e invejas te acompanharão, porque tu não vais, como os frívolos cortesãos e falsos amigos, embriagar-te ao banquete das nações no dia da prosperidade; vais, como piedoso romeiro, tributar calado oferenda
de suspiros aos finados, e volverás para entre teus filhos largos séculos mais velho para a sabedoria.
Pelas conchas da murça e maviosa toada de seus cantares se distingue de longe o cristão romeiro; mas tudo isso depõe ele, com o bordão, ao cabo da jornada, no canto da sua lareira. Só a melancolia grave, que é meia virtude, só as palavras de aviso, que são meia felicidade, só o desapego dos bens
movediços e cambiantes do mundo, que é no mundo o único bem possível, lhe permanecem, e o acompanham até à hora derradeira.» 
Guimarães : «Berço venerando da
Monarquia...» — A. F. de Castilho 

«Se em terra, porém, de Lusitânia abriste os olhos, se o primeiro passo que deste, descido dos braços maternos, foi em terra de Lusitânia, seja ela a que estreie os teus pés, e te afaça para as viagens longínquas. Seja o antigo Minho o primeiro que te apascente de recordações gloriosas.
Ó berço venerando da Monarquia, tão largamente rainha! não são as muitas delícias de que a Natureza te arraiou, perfumado como paraíso, não é a índole anciã dos filhos que ainda hoje crias, esses homens tão laboriosos, tão constantes, tão leais, tão Portugueses, e essas mulheres tão dignas deles, tão virtuosas, tão mulheres, não é a abundância que de teu solo e indústria dimana para toda a parte, o que mais e melhor namora a vontade ao viajante sabedor dos tempos que foram. Tu conservas ainda padrões e monumentos de nossa primeira idade...»
(«Quadros Históricos de Portugal»)

ANTÓNIO FELICIANO DE CASTILHO(1800-1875)