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Fachadas do Carmo, c1995  Largo Martins Sarmento  Fotografias de Nuno Calvet(1932-2023) Centro Português de Fotografia 

Fachadas do Carmo, c1995 
Largo Martins Sarmento 
Fotografias de Nuno Calvet(1932-2023)
Centro Português de Fotografia 





Convento S. José do Carmo, c1955  Largo Martins Sarmento  Fotografias de Ludwig Wagner(1900-1977) Centro Português de Fotografia 

Convento S. José do Carmo, c1955 
Largo Martins Sarmento 
Fotografias de Ludwig Wagner(1900-1977)
Centro Português de Fotografia 






Largo Martins Sarmento, c1945  Fundo Armando Leça  Arquivo Municipal de Matosinhos  Recorte de fotografia 

Largo Martins Sarmento, c1945 
Fundo Armando Leça 
Arquivo Municipal de Matosinhos 

Recorte de fotografia 




Monumento a Francisco Martins Sarmento, c1945  Fundo Armando Leça  Arquivo Municipal de Matosinhos  Recorte de fotografia 

Monumento a Francisco Martins Sarmento, c1945 
Fundo Armando Leça 
Arquivo Municipal de Matosinhos 

Recorte de fotografia 



O Convento do Carmo em "Silva Minhota", 1956 de Leonídio de Abreu Biblioteca Digital Cávado    É o largo do Carmo um dos mais espa...

O Convento do Carmo
em "Silva Minhota", 1956
de Leonídio de Abreu
Biblioteca Digital Cávado 



  É o largo do Carmo um dos mais espaçosos de Guimarães. Embora, oficialmente, se chame de Martins Sarmento, em homenagem, bem justa, ao notável arqueólogo vimaranense e glória da cultura nacional,
que naquele mesmo local viveu e morreu, a verdade é que prevaleceu, entre a maioria da gente da cidade, a sua antiga designação. Esta proveio-lhe do convento que, em honra de Santa Teresa, piedoso
anónimo mandou erguer na extinta rua da Infesta.
  Segundo o P.º Carvalho da Costa, na sua Corografia Portuguesa, a primeira pedra do edifício foi lançada solenemente no dia 26 de Março de 1685. No dia 8 de Abril do ano seguinte já na igreja se celebrava a primeira missa. Contudo, só em 13 de Março de 1687, ainda, ao que parece, com o edifício por concluir, algumas donzelas tomaram o hábito de carmelitas, como recolhidas, por a essa data não estarem confirmadas religiosas. Para tanto, necessitaram de autorização do respectivo provincial da Ordem, Frei Pedro da Purificação. Estes factos passaram-se no tempo do Arcebispo Primaz D. Luís de
Sousa, que tanto se evidenciou em Roma onde, como embaixador, defendeu o Tribunal do Santo Ofício, então calorosamente impugnado pelos cristãos novos. 
  Só, porém, em 1704, já quando a cadeira primacial de Braga se encontrava ocupada pelo glorioso Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, foi recebida a Bula de Clemente XI, autorizando aquelas recolhidas a tomarem o véu de religiosas carmelitas calçadas.
  Parece ter sido por essa época que o novo convento trocou a sua primitiva invocação pela de S. José, cuja imagem se encontra na edícula superior da portada da igreja. Como, porém, em lugar de honra do altar-mor havia a imagem de Nossa Senhora do Carmo, o povo imediatamente começou a dar esta invocação ao convento e ao templo, e daí o nome porque a nova instituição ficou a ser conhecida.
  Este convento, que tão grata memória deixou, foi extinto em 1834. Com a morte da última freira, ocorrida em 1850, passou para o Estado, que nele instalou o hospital do Batalhão de Caçadores 7, ao tempo aquartelado em Guimarães. A igreja, por sua vez, foi entregue à Confraria de Nossa Senhora do Carmo, nela erecta.
  Após a morte de D. Pedro V, e como o edifício se encontrasse devoluto pela saída de Guimarães daquela unidade militar, houve a lembrança de honrar a memória da augusta esposa de tão saudoso
monarca, instalando nele, com a denominação de Asilo de Santa Estefâánia, uma instituição destinada a prestar assistência a meninas pobres.
  Levada a pretensão junto do Governo, este deferiu-a, cedendo o convento para o fim em vista, mas a título precário, por Carta de Lei de 5 de Julho de 1862. Nele se alojou depois o Asilo, cuja criação definitiva se ficou devendo, em grande parte, à generosidade e aos esforços do prestimoso benemérito Francisco António de Almeida.
  Esta modelar obra de assistência, que tanto honra Guimarães, é oficialmente conhecida por Asilo de Infância Desvalida de Santa Estefânia, Amor de Deus e do Próximo. Tem estatutos próprios,
reformados em 1936, e neles se consigna que se destina a «albergar, sustentar, vestir, instruir e educar na mais sã moral, dentro dos princípios fundamentais do Estado Novo, a infância desvalida do sexo feminino, preparando-a para, dignamente, formar a nova sociedade».
  Em frente do convento ergue-se um elegante chafariz que, durante muitos anos, ornamentou o largo do Toural.
  Data de 1583 e foi feito segundo risco de Gonçalo Lopes, mestre de pedraria, natural de Guimarães.

Congestionamento de tráfego, 1997  Paço dos Duques de Bragança  Fotografias de José Luís Covita 

Congestionamento de tráfego, 1997 
Paço dos Duques de Bragança 
Fotografias de José Luís Covita 






Passos da Paixão de Cristo, 2003  Fotografia de Francisca Rigaud  Centro Português de Fotografia  Senhora da Guia  Senhora da Guia  Senhora ...

Passos da Paixão de Cristo, 2003 
Fotografia de Francisca Rigaud 
Centro Português de Fotografia 

Senhora da Guia 

Senhora da Guia 

Senhora da Guia 

Senhora da Guia 

Senhora da Guia 

Senhora da Guia 

Carmo

Carmo

Campo da Feira

Campo da Feira

Campo da Feira

Campo da Feira

Campo da Feira

Casa António Rocha  Rua Dr Agostinho Barbosa  Arq. Delfim Fernandes Amorim, 1947 Fonte: casaantoniorocha.blogspot.com  Perspectivas da maque...

Casa António Rocha 
Rua Dr Agostinho Barbosa 
Arq. Delfim Fernandes Amorim, 1947
Fonte: casaantoniorocha.blogspot.com 










Perspectivas da maquete

 
 

Igreja S. José do Carmo, 2001  monumentos.gov.pt 

Igreja S. José do Carmo, 2001 
monumentos.gov.pt 






Guimarães, 1997  por Caroline Anderson  flickr.com 

Guimarães, 1997 
por Caroline Anderson 
flickr.com 





Asilo de Santa Estefânia S. Miguel do Castelo, 27 de Setembro de 1919 Fotografia de Jorge Marçal da Silva(1878-1929) Arquivo Municipal de Li...

Asilo de Santa Estefânia
S. Miguel do Castelo, 27 de Setembro de 1919
Fotografia de Jorge Marçal da Silva(1878-1929)
Arquivo Municipal de Lisboa 

Recorte de estereoscopia


Guimarães  por Vincent Monluc Fonte:artmajeur.com/Facebook   

Guimarães 
por Vincent Monluc
Fonte:artmajeur.com/Facebook